A escuridão livra-me pouco a pouco dessa estranha que sou eu mesma


21/04/2007


Fiquei de mandar uma montagem, mas esta muito pesada vou refazer e coloco na terça, bjos a todos.

Escrito por manama às 19h43
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Carta a um bom amigo

 

Esta carta tem a intenção de agradecer a um amigo que reabriu os meus olhos para a vida, através dele percebi que estava perdendo toda a minha identidade que aos 25 anos (quase 26) já tinha perdido o prazer nas pequenas coisas, como ler um bom livro, ouvir musica, escrever e desenhar aprendi até a escrever Nietzsche, que comecei a ler suas obras, que me fizeram ver que se não lesse desde Sócrates até ele não vou entender nada, um influencia o outro, e assim sucessivamente, através desde papo descobri um monte de livros bons que tenho na estante cheios de poeira, que pretendo lê-los em breve.

Não sei se fomos sinceros sobre nossas vidas, mas compartilhar coisas em comum fez bem pra mim, quem leia esta carta saiba que sou grata por ter te conhecido, e esta carta também tem a finalidade de sempre lembrar-me do caminho, de nunca mais me perder de mim mesma, e de que a vida é uma eterna brincadeira de contente (livro Poliana, que li na adolescência) e agora que estou achando meu caminho, obrigado bom amigo.

 

*o desenho do Bill Evans esta quase pronto.

Escrito por manama às 18h33
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Estou feliz acabei de receber um recado com elogio, obrigada e passe mais vezes por aqui. Att

Escrito por manama às 18h31
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Soneto v

 

Umas vêzes me tenho por perdido,

outras, ainda me dou por bem parado;

cuidoso agora, agora descuidado,

aqui enlevado, ali aborrecido;

hoje ledo, amanhã arrependido,

já venturoso, já desventurado,

em um tempo confiante e desconfiado,

juntamento que atento, confundido.

 

Deste estado igualmente morro e vivo,

temperando a alegria co’a tristeza,

e sonhando melhor quando desperto.

Porque Amor, que me tem assim cativo,

é mais certo, quando é mor a incerteza,

quando é mor a certeza, é mais incerto.

 

Guilherme de Almeida

Camoniana  1.956

 

Procurei transcrever este poema que me descreve muito bem, na mesma disposição do livro, escrito em português arcaico propositalmente pelo autor.

Escrito por manama às 18h29
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Ontem quando abri este blog, estava nervosa, por isso inserir textos que já estavam prontos, minha cabeça fervilhava com coisas que queria dizer, o que mostrar de mim, até que ponto me expor.

Vivo olhando blog´s, e vejo que as minhas angustias, medos, crises e fraquezas já foram escritos por muitas pessoas então decidi, que alem de partilhar minha vida, vou começar a anotar coisas interessantes que leio que me chamem a atenção, este habito esta embutido em mim desde cedo, quando para chocar, brigar ou expor sentimentos eu recortava e colava imensos painéis na porta do meu quarto, e acredito-me que isto evitou muitos conflitos.

Este espaço também será para me redescobrir, ontem ouvi a musica Rotina do Chico Buarque, e me senti mal, são 05 anos que estou estacionada no tempo, dentro dos meus problemas particulares e trabalho, as mesmas pessoas, os mesmos assuntos sempre.Estou sentindo a necessidade de novos horizontes, novos ares, e este é um dos meus primeiros passos, para me reencontrar.

 

 

 

“Não se sabe muito precisamente o que significa a palavra felicidade,

nem que valores autênticos ela envolve.”

Simone de Beauvoir.

 

Escrito por manama às 18h00
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20/04/2007


Escrito por manama às 17h13
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Chuva

 

Deixe a chuva cair e lavar o meu pranto,

Que ninguém veja as marcas das minhas lágrimas,

E as cicatrizes de meus sentimentos.

 

Deixe que a chuva caia...

E leve com ela todas as minhas duvidas e temores,

Que lave a minha alma, que me faça renascer desta existência sem propósito.

 

Que leve todos os sorrisos que não chegaram aos meus olhos...

 

Que lave meus olhos, que são as portas da minha alma.

Que raios e trovões sejam meus gritos de desespero que sufoquei no peito.

 

Que a chuva caia incessantemente...

Escrito por manama às 17h07
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